Onde fazer auto-hemoterapia

Todos os dias, recebo e-mails de leitores pedindo indicação de locais onde se faz a auto-hemoterapia, que consiste na retirada do sangue de alguma veia e reaplicada no músculo para tratamento de diversas doenças. Entre as possíveis doenças tratadas pela técnica do Dr. Luiz Moura, estão a rinite alérgica, dor de cabeça crônica, câncer de todos os tipos (próstata, mama, intestino, próstata…). Há até quem ache que ela seja uma alternativa no tratamento da AIDS.

Por motivos éticos, é claro que eu não vou atrás de locais, por ser uma técnica proibida pela ANVISA. Entretanto, você pode trocar idéias nos comentários deste post, talvez você encontre o que precisa.

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4 Responses to “Onde fazer auto-hemoterapia”

  1. olivares disse:

    AH está proibida,. Quem a faz, faz por conta própria, ainda que os médicos que a receitavam, continuem favoráveis à técnica. Eu, por achar dificuldade até em achar um enfermeiro que aplicasse a Ah em mim, fiz minha esposa aprender. Tem um endereço na internet que ensina a parte teórica. Fica difícil passar o link aqui mas use o Google e digite: Livro n°1 Área 1: “ Fundamentando o exercício profissional do auxiliar de enfermagem”. págs 267 à 276 – 306/307 – 2ª edição – da série ‘Auxiliar de enfermagem’ Editado e publicado pela: Universidade Federal de Santa Catarina / Departamento de Enfermagem / Departamento de Saúde Pública
    Após ela aprender com um parente enfermeiro muito experiente, passou a fazer em mim. Arranjei um enfermeiro que faria nela, mas ela prefere que eu faça. Aprendi e estamos nos aplicando já há 6 meses, sem dores, sem complicações, sem reações adversas, um ou outro hematoma pequeno. Nada que assuste No braço, inclusive, não fica nada, só um pontinho do furo da agulha, que some em poucas horas. Nada de hematoma, dor ou inflamação ou qualquer sandice que as OTORIDADES alegam …
    Tudo que falam contra a AH pode ser facilmente refutado:
    · EFEITO PLACEBO – Então como funciona em animais? E em crianças? E em pesoas que mesmo não tendo conhecimento e muita confiança no tratamento, colhe os mesmos resultados? E como há alteração no sangue, perceptível em simples exames antes e um tempo depois da aplicação da AH?
    · COMPLICAÇÕES ADVINDAS DA EXTRAÇÃO E INJEÇÃO – Qualquer procedimento pode causar, SE MAL FEITO. Pode ocorrer infecção num simples exame de sangue em laboratório. Nada tendo a ver com a AH em si.
    · COMPLICAÇÕES DESCONHECIDAS À LONGO PRAZO- A AH tem mais de 90 anos de prática, receitada por médicos, no Brasil e no exterior. Nunca houve denúncias de complicação. (seria a felicidade dos seus detratores achar uma prova). Qual remédio na farmácia tem esse tempo de teste?
    ………………….. (As quatro fases de cada teste)
    Realizados após experiências bioquímicas e em animais, os ensaios com seres humanos envolvem milhares de pessoas e são indispensáveis para autorizar a venda de novos medicamentos.
    Um novo medicamento não pode ser liberado para venda antes de passar, com sucesso, por uma série de testes positivos em seres humanos. Eles seguem-se a diversas experiências bioquímicas e em animais, e desdobram-se em diversas fases em seqüência.
    Na fase I, verifica-se, num número reduzido de pessoas (entre vinte e oitenta) em boa saúde, se o corpo humano tolera a substância química e a fórmula do medicamento. Cerca de 30% das moléculas testadas são eliminadas nesta etapa.
    A fase II verifica a eficácia do medicamento. Ela exige reunir entre cem e trezentos pacientes portadores da condição que se quer tratar. Divididos de maneira aleatória em dois grupos, os pacientes recebem, alguns (o “grupo de controle”), um placebo ou medicamento de eficácia já conhecida; outros, o produto experimental. A experiência é freqüentemente conduzida em “duplo cego”: nem o paciente, nem o pesquisador, sabem quem pertence a qual grupo.
    Na fase III, o maior número de pacientes testados
    A fase III – só um terço das moléculas chegam até ela – envolve tipicamente centenas ou milhares de pacientes (e um número expressivo de médicos). Pode durar dois anos ou mais. Bastante cara, esta fase permite avaliar precisamente as vantagens e efeitos indesejáveis do medicamento. Ela resulta, em mais de 70% dos casos, em uma autorização de venda.
    Diversas empresas promovem estudos de fase IV, também chamados “DE PÓS-MARKETING”. ELES PERMITEM CONQUISTAR MERCADO MAIS RAPIDAMENTE. TAMBÉM AJUDAM, PRINCIPALMENTE NO CASO DAS VACINAS, A IDENTIFICAR, EM GRANDE ESCALA, A PRESENÇA DE EFEITOS SECUNDÁRIOS.) …………………….
    Todo remédio, por mais simples que seja, tem efeitos colaterais, tem seus riscos. Existe uma relação de custo/benefício envolvida (qual o índice de reações adversas observadas em relação aos benefícios advindos da medicação?). Mesmo sendo receitada há anos em vários países, pesquisadas em várias épocas (existem mais de 900 trabalhos indexados sobre a AH) NUNCA HOUVE QUALQUER OBSERVAÇÃO DE COMPLICAÇÕES ADVERSAS. Tanto é assim que mesmo fazendo enorme pressão (o Dr. Moura está respondendo à novo processo no CREMERJ, dia 12. Vamos todos lá? ) as autoridades e outros interessados não conseguem achar um caso sequer…
    Usem sua inteligência. Não seja guiado por interesses escusos.
    Que se façam pesquisas sérias e isentas sobre a AH. A simples e pura proibição não irá convencer as pessoas que a praticam e estão conseguindo sucesso, parar de fazê-la…
    Acredito que um dia a dita Ciência Médica Oficial será forçada a reconhecer a eficácia dessa técnica. Até lá, enquanto não descobrem uma forma de controlar, centralizar , elitizar a Ah, deixando a técnica restrita ao controle dos médicos isso não irá acontecer. Vejam o caso da acupuntura e homeopatia por exemplo. Eram desconsideradas, dizia a Medicina Oficial que era placebo, enganação, sem valor terapêutico. Qualquer um podia receitar. Hoje é técnica exclusiva de médicos. Inventaram a técnia FATOR DE CRESCIMENTO PLAQUETÁRIO ou só FATOR DE CRESCIMENTO. O Dr. Runco, do hospital Pasteur, no RJ aplicou em Ronaldo Fenômeno… Cópia cara da boa velha e barata AH, só que travestida de tecnologia, deixando a AH sob domínio de um médico e uma clínica moderna…
    Como irão fazer isso com a AH? Patentear nosso sangue???

  2. olivares disse:

    Boa tarde. proponho ao autor e responsável por esta página que faça um levantamento estat´sitico dos posts aqui disponibilizados
    tipo:
    contra;
    a favor;
    quantos atestam sucesso com a técnica;
    qualo tempo de uso relatado;
    quantos atestam insucesso;
    quantos reclamam reações adversas ou complicaçôes;
    Enfim, um apanhado para que se tenha a noção da eficácia ou não da técnica…
    fica a sugestão.

  3. Daniel Becher disse:

    Olivares,

    há algum tempo eu criei um fórum para uma organização mais eficaz das mensagens mas ninguém se propôs a gerenciar esse fórum. Ou seja, eu doei um espaço que é pago para um provedor, com uma visitação grande para levantarem material para troca de idéias, mas ninguém quis assumir a criança.

    Te peço desculpas, mas não tenho condições de disponibilizar mão de obra para isso, além de aprovar ou rejeitar os comentários que são maldosos, violentos, difamatórios ou caluniosos. E olha que tem bastante por dia.

    O que eu posso criar, que não me daria muito trabalho, são enquetes dentro deste post, o que acha? Uma pegunta e algumas possíveis respostas. Se achares legal a idéia, me manda um email pra blog@becher.com.br contendo a pergunta e as respostas. Pode ser criada mais de uma ou ser trocada periodicamente. Isso eu consigo dar conta.

    Abraço!

  4. herta karla disse:

    Caro colega, estou trabalhando em uma pesquisa sobre a auto hemoterapia e diz que vc tem trabalhos indexados, preciso de muitos para a pesquisa, se puderes enviar, agradeceria.

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