Ainda mais que sou catarinense. É sério, não estou tirando sarro das tragédias. Mas ontem todos acompanharam a queda do monomotor Cyrrus na Barra da Tijuca após ter decolado do aeroporto de Jacarepaguá depois de ter, supostamente, sido abastecido por um combustível errado: querosene ao invés de gasolina. O avião transportava quatro pessoas; um piloto e três passageiros. O destino era Florianópolis. Aliás, os cidadãos que viriam pra cá moram aqui.
Como se não bastasse, no Sul do estado um homem morreu com a queda de um ultraleve no Balneário do Camacho. O cidadão saiu de Itapema com destino ao Chuí (Rio Grande do Sul) e quando sobrevoava a cidade de Jaguaruna, a asa esquerda se desprendeu do ultraleve e caiu. Morreu.
A urucubaca tá batendo por essas bandas. E não vai ser nenhuma promoção da Gol vendendo passagens a 7 reais que vai fazer eu perder a virgindade aérea.
Medo de avião, ixi nem fala sou catarinense e em breve vou ter que ficar mais de 12 horas dentro de um, é de tremer as pernas, mas infelizmente não existe outro meio de transporte tão “eficaz” quanto e no final nas contas é um dos meios de transportes mais seguros do mundo.
pense nos seus herdeiros, a indenização é boa. Não tem herdeiros? Deixe então para a HHF.
Daniel,
boa sorte! Vai dar tudo certo na viagem
Rayol,
Já na certeza de me arrepender da pergunta: “O que é HHF?”