Você vai perguntar o por quê deste título. E eu não vou responder porque é a mesma pergunta que eu fiz em visita a uma oficina mecânica, especializada em freios hidráulicos, quando vi esta “placa” estampada na parede do estabelecimento. É o tipo de marketing que você não entende porque mesmo que você se esforce, você nunca vai chegar a um denominador comum, mas acaba ficando na cabeça enquanto você matuta e tenta descobrir o sentido dele. A marca fica junto, é claro. Funciona.

E logo mais à noite, no estacionamento do supermercado, me deparo com outra preciosidade:

Eu juro que comecei achando que era uma brincadeira. Aqueles adesivos toscos que se põe atrás dos carros do tipo “não me siga que eu também estou perdido”, “vigiado por fofoqueiras”, “não me inveje, trabalhe” “Uoxton Creyton e Gysllayne Patrícia a Bordo”. Mas eu comecei a refletir um pouco enquanto fazia as compras e não, não acho que é brincadeira. Por dois motivos:
Não é um adesivo pequeno, menos ainda dá a impressão de ser engraçado. Geralmente, os plásticos que eles colocam têm fontes estilizadas, algum desenho escroto ilustrando a patifaria, etc.
Não é um Fusca, uma Brasília, um Chevette, um Fiat 148 (era 147, mas acharam mais um defeito). Era um Astra, provavelmente de 2006 ou 2007, com uma cor que não inspira carro de playboy, apesar deste Chevrolet ser um dos preferidos desta raça imunda.
Estou começando a gostar de ter uma câmera com qualidade razoável no celular. Posso compartilhar estas tranqueiras com vocês.