Aquela história de que em tempos de estio qualquer buraco vira trincheira nunca deve ser levada ao pé da letra. Isso porque você pode se dar mal como o cidadão do vídeo abaixo que quase cagou tudo (literalmente).
Estatísticas comprovam que 95% dessas histórias acabam em desastre.
Estava naquele momento malemolente dando uma pirada boa no YouTube, como faço de vez em quando procuro um tema inicial e vou viajando pelos vídeos relacionados, e encontrei um filminho de 8 minutos que conta a história de um casal que fala muito, mas muito sobre amor, e não aparece nenhum beijo. Nos dias de hoje, você conjectura uma cena de amor sem beijo na boca? E não, não estou falando de amor materno.
Lembro-me de uma frase de Renato Russo, ao regravar “Hoje a Noite Não Tem Luar” dos Menudos, em 1992 para o que seria o primeiro e excelente projeto do Acústico MTV, lançado em 1999. Isso traduz o que vi no vídeo: “É cafona, mas é bonitinho…”
Há quem diga que é um viral da Volkswagen. Se realmente for, eu não compro mais o Novo Gol e opto pelo Palio Fire (dúvida cruel dos últimos dias). Mas há quem diga que é só uma piauiense tentando ser feliz, dar uma casa própria para os pais e fazer um Arquivo Confidencial no Faustão daqui a alguns anos.
O fato é que Stefhany já faz sucesso no YouTube. Não necessariamente pela qualidade musical ou sua beleza, talvez até como chacota o povo dissemina pelo twitter como todo bom viral.
Stefhany debutou para o mundo da música ao ser dispensada pelo cantor Tonivan dos Teclados, com quem fazia dupla. Tonivan, que gravou várias composições de Stefhany em parceria com a mãe, Nety, não queria a carreira solo da cantora. Ela, então, ficou deprimida e por dois dias não se alimentou direito, pensando até em desistir da carreira solo e voltar a tocar com Tonivan dos Teclados. Nety, então, viu que o talento da filha e a repercussão que a saída dela causou foi grande e decidiu investir no próprio projeto. Fonte.
Prova viva de que até um chute na bunda te empurra pra frente, Stefhany foi ousada e cagou porra da música fez uma versão abrasileirada da música A Thousand Miles da cantora Vanessa Carlton.
“Meu Crossfox, eu vou sair… vou dançar, me divertir. Oh, não vou ficar mais te esperando pois agora eu sou… DEMAIS! (sussurrando)”
Quando vi esse clip, que é a força motriz do sucesso da moça até então, tive a sensação de “eu já essa cena”.
Prova de que nem toda semelhança é mera coincidência.
Eu quero deixar registrado publicamente a minha admiração pelo melhor programa de humor da TV brasileira em atividade, o CQC (Custe o Que Custar), transmitido pela Band todas as segundas-feiras, às 22h. O semanário é comandado por Marcelo Tas (que também é blogueiro), tendo ao seu lado direito ninguém menos que Rafinha Bastos e ao seu lado esquerdo da bancada Marco Luque.
Além de ser um programa de humor impecável, na minha opinião, uma espécie de stand-up jornalístico, ele explora também um lado social bastante interessante. Ontem assisti pela primeira vez o tal quadro Teste de Honestidade, que é feito por Danilo Gentili (aquele mesmo que fazia o Repórter Inexperiente). A situação é a seguinte: o nobre entrevistador faz uma enquete com o povo sobre o que acham do brasileiro. A resposta é quase unânime em dizer que o brasileiro é um povo bom, honesto etc. Depois disso, eles deixam propositalmente cair uma nota de real, deixam um celular em algum local público ou qualquer objeto que tenha algum valor para ser “achado” por algum transeunte. É claro que se alguém morder a isca está sendo gravado e em seguida Danilo corre ao encontro do sujeito para entrevistá-lo, fazendo as mesmas pergunta sobre valores, honestidade e ética. Veja um desses episódios:
Dizem que o brasileiro é, em essência, honesto. Honestidade e brasileiro não são sinônimos, infelizmente. O nosso povinho de bosta é desonesto, SIM! É larápio, SIM! É olho grande, SIM! Bah, não sei se fico ansioso pra semana que vem me deleitar com mais um show de brasileiro-mostrando-a-cara no CQC ou se vou na farmácia comprar um remédio pra enjôo. Como disse o Prates, um colunista daqui, dia destes, eu tenho nojo desse país. E só não saio pra algum lugar civilizado, sem essa corja toda, porque me faltam recursos. Mas um dia eu consigo… Cuspt!
Faz mais ou menos duas semanas que eu fiz um teste daquela loja da China que diz não cobrar frete para qualquer parte do mundo, não importa o produto que você compre nem o valor deste produto ou do montante deles. Pra fazer um teste, comprei lá um cubo mágico. Sempre tive vontade de ter um, ao menos pra tê-lo como enfeite na estante, sei lá. Dizem que é bom pra ajudar a desenvolver o raciocínio. Se nem isso der jeito no meu ócio, ele pelo menos é coloridinho e vai servir pra entreter as visitas.
Ainda não chegou, mas vejo que isso é mania (pelo menos por um determinado período de tempo – vulgo “até enjoar”) para alguns geeks e resolvi ajudá-los com técnicas práticas de como resolver o Cubo Mágico, ou Cubo Rubik. Preparem-se, não é fácil, exige paciência, uma boa dose de perseverança e vacina contra raiva em dia.
Neste vídeo, um excelente jogador (é assim que chamamos?) de Rubik ensina, em espanhol, língua falada no Paraguai de onde ele importa estas traquitanas, como resolver o mistério. Aqui, link para a lição 2 e lição 3.
A eficácia da técnica
Você deve estar se perguntando: funciona essa técnica? Sim, claro. Vejamos esse exemplo típico. Ele viu o vídeo e resolveu o cubo mágico em 11 segundos e alguns centésimos. Essa verdade se comprova por um simples motivo: ele NÃO é japonês, o único povo cuja solução de cubo mágico e sacanagens perversas são natas não só nas idéias, mas num chip implantado na fonte, uma memória ROM (pelo menos explicaria o olho puxado).
Porém, entretanto, todavia se esta técnica não funcionar com você, veja esta guia completo para imprimir e colar na parede do seu quarto para memorização e solução da tal incógnita.