Canso de ler nos “grandes” portais de conteúdo um forte apelo nas suas páginas sobre sexo, sexualidade ou erotismo, para o tal do sexo virtual. O sexo virtual é uma prática normal, é um jeito diferente que a tecnologia criou de aperfeiçoar a masturbação. E sim, a masturbação é algo saudável caso você não tenha 35 anos e seja virgem.
Mas eu dizia que a tecnologia deu uma mão (literalmente) para quem já estava cansado de praticar a boa e velha punheta em 2D cheirando tinta, e colando as páginas da revista Playboy com fotos de Mônica Carvalho (caiam aqui, paraquedistas!) a cada apogeu do seu prazer egoísta. São sensações diferentes causadas não só por uma maior liberdade em experimentar fantasias diferentes sem expor sua identididade, mas pelo tamanho de recursos e a quantidade de putaria criada para todos os gostos e estilos. Creia: se você nunca teve uma fantasia específica, duas horas navegando em chats eróticos, webcams gratuitas de sexo e páginas agregadora de fotos e vídeos resolvem o seu problema.
Mas é necessário se ter cuidados com o sexo virtual assim como temos com o real. Se entre quatro paredes o risco tange uma gravidez, uma doença sexualmente transmissível ou uma pessoa obcecada querendo te ferrar por ter comido e jogado fora, na Internet você pode ser flagrado por algum conhecido se expor sua identidade ou algum simples detalhe que entregue o seu RG. É como dizem: ô mundo virtual pequeno. E aí, você pode acabar uma transa virtual que começou, sem saber, com a sua própria irmã (um incesto virtual) na mesa de jantar da sua casa. E não vai ser nada agradável. Não acredita? Veja…
Via: Humor na Informática

