Eu ando muito emputecido com o que vejo no trânsito. Sabe, não é uma ciência muito complexa você saber se portar no trânsito. Basta você andar direitinho, na sua pista, centralizando o carro, acelerando e freiando na medida. Concordo que a média do brasileiro é pequena e que o lance das marchas com a embreagem é meio difícil pra quem sabe apenas assinar o nome (com as digitais), mas existe uma linha tênue que separa a falta de conhecimento com a burrice. Alguém que apenas não frequentou o mobral de alguém que se cair de quatro, pasta.
E quando um ser humano desconhece ou ignora por completo essa barreira, temos resultados desastrosos que vemos diariamente nos noticiários policiais de acidentes.
Tenho visto MUITA, e quando falo muita eu não quero exagerar, uma das características que herdei de família. Não é uma figura de linguagem, é realmente uma multidão de motoristas vagando por aí fazendo merda até dizer chega.
E esse floreio todo é porque ainda sinto que não desprezei o suficiente o motorista brasileiro, aquele que sequer deveria ter nascido, quem dirá dizer que ele não deveria sob qualquer hipótese adquirir um veículo automotor. Então as palavars brotam da minha cabeça e eu quero continuar cagando em cima… zzzzzzz. Cansei.
Olha isso:
O cara (ou a guria) não se contentou em usar o carrinho de brinquedo que ganhou no Kinder Ovo; não se contentou em deixar o farolete aceso fazendo consumir a bateria que estimo ser a mesma de controle remoto de TV (dado o grandecíssimo porte do brinquedo). Ainda teve que ocupar DUAS vagas, quando na verdade era necessário apenas MEIA vaga do estacionamento do supermercado Angeloni em Florianópolis.
Porque não dá pra negar que não havia vagas e o carro que supostamente estaria ali estava no mesmo sentido, eu mesmo passei por várias e não precisei andar muito pra encontrar uma. Não dá pra dizer que o carro é grande.
Dá só pra constatar que uma AMEBA tenha feito isso. Sério, você merece morrer, prezado(a) motorista deste carro-de-plástico.







